Venda Direta: Um negócio de impacto social

25 de junho de 2018

Através desse canal de distribuição é possível conquistar o mercado em larga escala, oferecendo conveniência e facilidade ao cliente. Atualmente com o desafio da mobilidade o consumidor está cada vez mais interessado em adquirir produtos diretamente em sua casa, seja por compras online ou pelo sistema de vendas porta a porta.

No entanto, não basta oferecer uma vasta linha de produtos de qualidade, e criar uma rede com distribuidoras competentes e comprometidas com o desenvolvimento da marca. Um dos elementos fundamentais para o sucesso desse modelo de negócio é a capacidade da empresa de oferecer treinamentos, premiações e incentivos para motivar sua equipe a alcançar o maior número de clientes no menor espaço de tempo.

Ao optarmos pela criação de uma rede de distribuidoras em nível nacional, temos a plena convicção que esse modelo de distribuição tem um forte viés de cooperação social. Pois esse canal de vendas diretas é capaz de gerar oportunidade de renda complementar a quem já está no mercado de trabalho, e mais importante, tem o potencial de se tornar a principal fonte de renda daqueles que possuem o espirito empreendedor.

Bom para a economia
Em um momento em que o Brasil apresenta um dos maiores índices de desemprego de sua história, são mais de 14 milhões de pessoas sem emprego em nosso País – o sistema de vendas diretas é uma opção viável para gerar renda e movimentar a economia. De acordo com a Associação Brasileiras de Vendas Diretas (ABEVD), mesmo em um momento recessivo que atravessamos, em 2016 o setor de vendas diretas registrou R$ 40,4 bilhões em volume de negócios no Brasil e o número de empreendedores atuantes neste setor foi de aproximadamente 4,3 milhões de pessoas. Neste setor, ainda destaca-se a posição de liderança ocupada pelas mulheres. De acordo com a Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas (WFDSA) existem no mundo mais de 103 milhões de empreendedores atuando nesse modelo. Deste total, 75% são mulheres, sendo que na América Latina esse número chega a 90%.

Sempre acreditei que o empreendedorismo é o caminho mais indicado para quem quer mudar sua condição financeira, e quem atua com vendas diretas é um empreendedor em sua essência. Dessa forma o modelo comercial porta a porta contribui significativamente para o desenvolvimento econômico e social de nosso País.

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios