O impacto social das vendas diretas na vida dos brasileiros

23 de agosto de 2018

Empresas atuam com empoderamento feminino e combate à violência

São Paulo, 22 de agosto de 2018 – Em 2017, o setor de vendas diretas movimentou uma força de vendas de 4,1 milhões de brasileiros. Destes empreendedores, muitos estão em cidades distantes das capitais e comprovam a alta capilaridade da atividade que atinge consumidores em locais nos quais grandes varejistas ainda não chegaram.

A presença das empresas do setor de vendas diretas nos quatro cantos do país revela ainda outro aspecto de suma importância: o impacto social causado pelo setor na vida de milhões de pessoas.

Estudo encomendado pela Avon, empresa associada à ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), mostrou que a renda proporcionada pelas vendas diretas da empresa ajudou a fazer com que a voz das revendedoras fosse ouvida dentro dos lares. Para 74% das mulheres consultadas, a renda conquistada era importante para as contas da casa.

A Tupperware também realizou um estudo com consultoras em 3 países na qual atua: Brasil, Estados Unidos e África do Sul. Neste caso, a pesquisa buscou entender a importância de cultivar a confiança no ambiente de trabalho. Os resultados revelaram que colaboradores mais confiantes são 24% mais propensos a superar desafios encontrados no trabalho, fortalecendo assim a autoestima das consultoras.

O impacto social das empresas de vendas diretas é visível em diversas causas que mobilizam a sociedade, como por exemplo: o combate ao câncer de mama e o enfrentamento contra a violência doméstica.

Ainda há outras iniciativas que buscam o empoderamento da mulher, além do fortalecimento da educação para crianças e jovens, a promoção da alimentação saudável para crianças em situação de risco social e disponibilização de empregos diretos nas comunidades impactadas por estas empresas.

“O setor de vendas diretas se destaca por ser democrático. Qualquer pessoa maior de idade pode aderir à atividade, independentemente do sexo ou classe social. Além disso, há todo o trabalho desenvolvido pelas empresas para auxiliar os empreendedores na busca por autonomia, desenvolvimento pessoal e independência financeira”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.